sexta-feira, 11 de novembro de 2005
Fato
Não há um dia em que eu saia de sandália plataforma e não torça o tornozelo pelo menos uma vez.
quarta-feira, 9 de novembro de 2005
Confissões
- Estou sem inspiração para o blog
- Meu superego está querendo que eu pare de escrever – tem muita gente bacana lendo isso aqui, que vergonha!
- Meu ego está dando uma surra no superego – tem muita gente bacana lendo isso aqui, que legal!
- Ainda vou acabar expulsando esses dois da minha vida...
segunda-feira, 7 de novembro de 2005
Funcionário e dançarina
Hoje o Márcio acordou às 8h e sai do trabalho às 18h.
Eu chego ao trabalho às 18h e volto pra casa depois da 1h.
Vida dura, viu?
sábado, 5 de novembro de 2005
Do lado bom das coisas ruins
Eu estava na Praça da Alfândega quando um temporal caiu ontem sobre Porto Alegre e alagou a Feira do Livro. Ficamos ilhados no Pavilhão de Autógrafos por mais de duas horas. Foi desolador e lamentável.
Hoje à tardinha, quando voltávamos para casa, decidimos dar uma banda descompromissada por ali. Apesar do tempo bom, o número de visitantes era muito menor do que o de todos os demais dias em que havia ido à praça desde a abertura da Feira deste ano.
Consegui finalmente olhar o que havia nos balaios e nas bancas, sem precisar me defender de cotoveladas, pisões e cuias de chimarrão desgovernadas. O testemunho de um editor conhecido nosso confirmou a minha impressão inicial: apesar de menos engarrafada, o "movimento pecuniário" estava melhor hoje do que nos outros dias.
Hoje à tardinha, quando voltávamos para casa, decidimos dar uma banda descompromissada por ali. Apesar do tempo bom, o número de visitantes era muito menor do que o de todos os demais dias em que havia ido à praça desde a abertura da Feira deste ano.
Consegui finalmente olhar o que havia nos balaios e nas bancas, sem precisar me defender de cotoveladas, pisões e cuias de chimarrão desgovernadas. O testemunho de um editor conhecido nosso confirmou a minha impressão inicial: apesar de menos engarrafada, o "movimento pecuniário" estava melhor hoje do que nos outros dias.
sexta-feira, 4 de novembro de 2005
No comments
Sumiram os meus comentários :-(
Não sei o que houve. Só sei que a minha página está dando erro de script, e quando eu tiro os códigos do Haloscan do código, o erro some. Mas eu não quero ficar sem os meus comentários...
Enquanto o Solon não me ajuda, por favor, encaminhem as mais do que sempre bem-vindas observações por e-mail (caso ainda não tenham notado, o link para ele está aqui embaixo, na assinatura dos posts).
Não sei o que houve. Só sei que a minha página está dando erro de script, e quando eu tiro os códigos do Haloscan do código, o erro some. Mas eu não quero ficar sem os meus comentários...
Enquanto o Solon não me ajuda, por favor, encaminhem as mais do que sempre bem-vindas observações por e-mail (caso ainda não tenham notado, o link para ele está aqui embaixo, na assinatura dos posts).
quarta-feira, 2 de novembro de 2005
Filosofia chinelona
Assisti hoje à tarde a Batman Begins. Achei tri, mas isso não vem ao caso – nem o fato de que eu sou fãzona do Christian Bale desde O Império do Sol, que eu vi trocentas vezes no vídeo. O que ocorre é que eu me peguei questionando a atitude dos capangas que dão a vida por um empreguinho chinelão de... capanga!
Na boa! Que tipo de emprego faz o sujeito dar a própria vida pelo empregador? Porque eu não tô falando de uma profissão nobre, de arriscar o pescoço pra salvar um grande líder mundial. Não. Eu tô falando de capanga de mafioso do segundo time. Por que as criaturas não chutam o balde e dão no pinote? Se algum dia eu fosse idiota o suficiente de aceitar emprego de capanga, era o que eu faria.
Na boa! Que tipo de emprego faz o sujeito dar a própria vida pelo empregador? Porque eu não tô falando de uma profissão nobre, de arriscar o pescoço pra salvar um grande líder mundial. Não. Eu tô falando de capanga de mafioso do segundo time. Por que as criaturas não chutam o balde e dão no pinote? Se algum dia eu fosse idiota o suficiente de aceitar emprego de capanga, era o que eu faria.
Da série comentários que viram posts
Ficou com tanta cara de post o comentário que fiz no blog da Fer, que eu achei melhor botar aqui também :-)
Gozado, eu nunca me preocupei muito com isso [se a Capitu traiu ou não o Bentinho]. No Machado de Assis o que sempre me impressiona é a forma. Ele escrevia tão bem e o texto permanece tão absolutamente atual que eu não consigo me preocupar muito com a história. Ontem, lendo o volume 1 de As obras-primas que poucos leram, deparei com a seguinte afirmativa num artigo do Cony de 1972 sobre Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa:
"Todas as grandes obras-primas da literatura têm uma história linear, sem nada de extraordinário. Crime e Castigo é a história de um estudante que assassina uma velha para roubar. Dom Quixote nem enredo tem: é um louco de meia-idade que sai pelo mundo procurando briga à toa. Madame Bovary é a mulher de um médico provinciano que arranja um amante. E daí?"
Embora ache que o próprio Cony desminta o "todas as grandes obras-primas" no seu Quase Memória, em que a história (autobiográfica, é verdade) compete com o estilo, o princípio é este mesmo. Tem coisas que eu gosto de ler só pra ver a "miséria" que dá pra fazer unindo as palavras certas umas as outras. E sonhar se algum dia eu conseguiria fazer coisa parecida...
terça-feira, 1 de novembro de 2005
Da série releases...
... que eu jamais quero ter que escrever:
Kátia do Ogun prevê mais catástrofes para 2006.
Simpatia para genro gostar da sogra
Sim. Alguém chegou até aqui procurando por isso no Google. Não sei de simpatia não. Só sei que o Márcio ama a minha mãe e vice-versa. Mas garanto que eu não cozinhei nenhuma cueca com mel nem nada parecido com isso...
:-)
:-)
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