O dia se espatifa

sábado, 26 de novembro de 2005

Vai entender

O Vida Sexual da Mulher Feia da fofa da Cláudia Tajes está em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do Jornal do Brasil. Merecidíssimo. Antes de mesmo de saber qualquer coisa do livro, já tinha falado dele aqui. Só que a lista que o livro encabeça é a de Esoterismo e Auto Ajuda.

Se for pra vender mais livro, que seja. Mas corre o risco de um bando de jaburus imbecis reclamar no Procon por não ter encontrado dicas de como conseguir dar mesmo sendo mocréia...

sexta-feira, 25 de novembro de 2005

Memória musical

Hoje de manhã, quando tocou Cat Stevens no rádio, não pude deixar de lembrar dos bons tempos de faculdade, em que a fita com o melhor dele era uma das que passou quatro anos dentro do carro. Nesse tempo, gastou a fita e, imagino, a paciência de muitos dos meus caroneiros (que não tinham nada do que reclamar, porque eu dava carona pra todo mundo).

Eis que hoje prestei mais atenção à letra de Where Do The Children Play do que o normal. E ela não podia estar mais de acordo com o meu momento.

Well, I think it's fine
Buildin' jumbo planes
Or takin' a ride
On a cosmic train.
Switch on Summer
From a slot machine.
Yes, get what you want to, if you want,
'Cause you can get anything.

I know we've come a long way.
We're changin' day to day,
But tell me, where do the children play?

Well, you roll on roads
Over fresh green grass
For your lorry loads
Pumpin' petrol gas
And you make them long
And you make them tough,
But they just go on and on, and it seems
That you can't get off.

Oh, I know we've come a long way.
We're changin' day to day,
But tell me, where do the children play?

Well, you've cracked the sky.
'Scrapers fill the air,
But will you keep on buildin' higher
'Til there's no more room up there?
Will you make us laugh?
Will you make us cry?
Will you tell us when to live?
Will you tell us when to die?

I know we've come a long way.
We're changin' day to day,
But tell me, where do the children play?

quarta-feira, 23 de novembro de 2005

Mudar é legal

Não só porque o Firefox é mesmo melhor do que o Explorer, mas porque isto é muito divertido.

Momento regressão

Seu eu fosse... *

Uma flor: Gérbera
Um brinquedo: Autorama
Um mês: Setembro
Uma brincadeira: Queimada (ou Caçador)
Uma música: Eu te amo
Uma nota musical: Dó
Uma cor: Verde
Um filme: Era uma vez na América
Um feriado: Ano-Novo
Uma comida: Salmão com molho de manteiga
Uma bebida: Suco de uva
Um disco: Paratodos
Uma maquiagem: Rímel
Um dia da semana: Quarta
Um periférico do PC: Teclado
Um doce: Ambrosia
Um programa de TV: A Grande Família
Um cômodo da casa: A sala
Um instrumento musical: Violão
Um objeto: Almofada
Uma árvore: Ficus
Uma fruta: Melancia
Uma paisagem: Uma praia vista de cima do morro
Um bicho: Cachorro
Um lugar: A casa da minha mãe
Uma estação do ano: Primavera
Uma frase feita: Tudo acaba bem. Se não está bem, é porque ainda não acabou.
Uma peça de roupa: Camisa branca
Um elemento da natureza: Água
Um objeto motorizado: C3
Um aparelho eletrônico: Computador
Uma pessoa da sua família: Minha mãe
Um sentimento: Ansiedade
Um perfume: Ô
Um livro: Aí depende...
Uma conquista: A lua
Uma parte do corpo: Os olhos
Uma pedra: Esmeralda
Uma dúvida: Como assim?!?
Uma marca: Hering
Um eletrodoméstico: Geladeira (sempre cheia)
Um jogo: Paciência
Um personagem de ficção: Sally, de Harry & Sally
Uma profissão: Tradutora
Um time de futebol: Inter
Uma pessoa famosa: Um dos Beatles (menos o John)

* Roubado da Fernanda.

domingo, 20 de novembro de 2005

sábado, 19 de novembro de 2005

Corro, logo blogo

"É a correria" é a frase que eu mais ouço e mais digo desde que a responsabilidade sobre a minha vida passou para as minha mãos. Nesta semana, não consegui ligar no aniversário do grande amigo que está trabalhando em São Paulo. A correria. Não consegui nem ligar para combinar um almoço rápido com uma amiga. A correria. Deixei de (des)confirmar a ida à praia com outra amiga. Ela, aliás, também não telefonou. Deve estar na maior correria.

Todo mundo está na correria. O tempo todo. Funcionários de carteira assinada, profissionais liberais, freelancers, desempregados, escritores, cineastas, publicitários, advogados, dijêis diletantes, produtores, estudantes, mães, pais, grávidas... Não importa muito por quê, todo mundo está sempre correndo.

Teria até passado pela minha cabeça paranóica que a tal "correria" não passe de uma desculpa esfarrapada se eu realmente não deixasse de fazer tudo o que citei ali em cima e muito mais por causa dessa entidade que me faz estar sempre com agenda lotada. A tal correria.

Não, eu não deixo de sair com amigos e tomar chopes e ir ao cinema e ver pessoas e falar ao telefone e ler livros e assistir à TV e me divertir e meditar (sim, pode acreditar). Só que não faço essas coisas com uma freqüência satisfatória nem com todos com quem gostaria.

E aqui reside a maior contradição: volta e meia entra na minha vida uma nova amiga de infância, um novo melhor amigo. E eu me alegro muito por isso. Mas me entristeço também um pouco. Porque no fundo sei que vai ser mais alguém com quem eu certamente não vou conseguir falar tanto quanto gostaria.

quinta-feira, 17 de novembro de 2005

Afinal!

Para uma entusiasta do RSS, esta é uma excelente notícia.

Pra aprender...

O meu lado cético às vezes se irrita com o bom e velho lugar comum segundo o qual a felicidade é feita de pequenos momentos bons. Dias como ontem parecem existir só para esfregar na minha cara que isso é verdade.

A quarta começou como outro dia qualquer, com maior jeito de casa > trabalho > casa. No fim, acabou sendo casa > trabalho > cinema > jantar > casa.

Alguns detalhes importantes: no cinema, além de assistir ao ótimo Cidade Baixa, tive o prazer de conhecer pessoalmente a fofa da minha amiga blogueira Joelma. No jantar, com várias pessoas queridas, pude conversar com o Lázaro Ramos, um dos atores mais bacanas da minha geração e descobrir que ele é ainda mais fofo e interessante do que eu imaginava.

segunda-feira, 14 de novembro de 2005

Da vantagem de estar desinformada

Minha vida anda tão corrida ultimamente, entre a edição de hard news no clic e a minha tradução, que eu simplesmente não faço idéia dos filmes que estão passando, das peças em cartaz ou dos shows programados para rolar por aqui. Pois ontem resolvi aceitar um convite de última hora da minha irmã e ver o primeiro filme que começasse a passar no cinema mais próximo de onde estávamos.

O filme era Elizabethtown. A atriz, Kirsten Dunst, que não me diz lá muita coisa. O ator principal, Orlando Bloom, que nunca me disse nada. E o diretor? Imaginei que fosse um diretorzinho qualquer dessas comediazinhas românticas. Putz! O diretor é o Cameron Crowe. A trilha está à altura dele. O roteirinho, bonitinho pra caramba. Soluções criativinhas. O filme é assim. Bacaninha. Bem boladinho. Inho. Mas bem acima da comediazinha romântica que eu imaginei inicialmente. Excelente programa pra um fim de tarde de domingo.

E o Orlando Bloom é muito, muito gatinho!

Azar, gostei.

sábado, 12 de novembro de 2005

É impressão minha...

... ou há vinte anos o Natal não começava a ser celebrado com mais de um mês e meio de antecedência?

Que aflição ver os shoppings decorados em plena primeira semana de novembro.