- Visita ao Teatro Solis. Lindo, lindo, lindo. O prédio foi recentemente recuperado e deixa o Colon, de Buenos Aires, com o perdão da expressão, no chinelo. Não vimos nenhuma apresentação – nos dias em que estávamos lá nada nos interessou –, mas a visita guiada custa o equivalente a R$ 2 e vale muito a pena.
- Caminhada pela rambla em Pocitos com um dia lindo de outono
- Passeio pela feira da Villa Biarritz, uma espécie de Brique da Redenção em volta de uma praça ou uma feira da Benedito Calixto maior e menos claustrofóbica
- Peixe espada ao molho de roquefort no restaurante El Viejo y El Mar com panqueque de manzana de sobremesa
- Paella Valenciana no Mercado del Puerto com uma maravilhosa sangría que me deixou meio zonza o resto do dia
- Simpático "restobar" com show de Jazz na Ciudad Vieja: Don Trigo.
- Show do Les Luthiers, no Teatro Gran Rex
- Caminhada do Centro à Recoleta, com a casualidade de chegarmos ao cemitério (que estava fechado quando estivemos lá há 10 anos) no dia do aniversário de nascimento da Evita. Ficou mais fácil achar o túmulo
- Almoço em San Telmo, no La Brigada. O melhor Chorizo do universo todo está ali
- Perdi a de Sampa, mas vi a Cow Parade do Puerto Madero, com direito a foto ao lado da "Barbie Q".
- Passeio pelas Galerias Pacífico
- Feira do Livro. Pegamos o último dia, e valeu muito a pena. Eu estava dura, e a minha pilha de livros a ler já está grande demais para o meu gosto. Acabei comprando só uma coletânea de contos de escritoras de língua espanhola, entre as quais estão duas que eu conheço e de que gostei: Ángeles Mastretta e Rosa Montero: La Vida te Despeina. O Márcio comprou vários livros e se esbaldou na banca da El Gráfico, com revistas especiais a cinco pesos (menos de R$ 5) cada.
- Dois dias em Montevidéu são o suficiente. A cidade é linda, as pessoas, educadíssimas, mas não tem muita coisa para fazer
- O Hotel Ibis é honesto, honesto. Prático, porém funcional, sem frescuras, baratinho, limpinho, novinho. Um McDonald's do sistema hoteleiro ;-)
- O Hotel Grand King em Buenos Aires é ok. Mas o serviço não poderia ser mais grosseiro. Aliás, o serviço em Buenos Aires...
- Por mais charme que tenha o "a céu aberto" da nossa Feira do Livro, o conforto de andar por uma feira fechada como a de Buenos Aires – e a Bienal do Livro de São Paulo – é quase uma situação Mastercard. Se não soubesse que ia apanhar, começaria agora a campanha "Transfiram a Feira do Livro TODA para o Porto"
- Cafés são sempre bons em Buenos Aires. Mas o La Brioche Dorée, que tem dentro das "Ateneos", além de gostoso – tem o melhor croissant com presunto e queijo EVER – fica dentro das "Ateneos"
- Tive que rever meu preconceito contra city tours. Fiz um em Montevidéu, que ainda não conhecia, e o passeio me poupou de grandes caminhadas inúteis para ver coisas sem graça, como o Estádio Centenário... Além disso, aprendi coisas que não tinha lido antes, como, por exemplo, por que a cidade se chama Montevidéu. Vocês sabem? (Tu não vale, Martin)