O dia se espatifa

quinta-feira, 11 de maio de 2006

Impressões da viagem

Montevidéu
  • Visita ao Teatro Solis. Lindo, lindo, lindo. O prédio foi recentemente recuperado e deixa o Colon, de Buenos Aires, com o perdão da expressão, no chinelo. Não vimos nenhuma apresentação – nos dias em que estávamos lá nada nos interessou –, mas a visita guiada custa o equivalente a R$ 2 e vale muito a pena.
  • Caminhada pela rambla em Pocitos com um dia lindo de outono
  • Passeio pela feira da Villa Biarritz, uma espécie de Brique da Redenção em volta de uma praça ou uma feira da Benedito Calixto maior e menos claustrofóbica
  • Peixe espada ao molho de roquefort no restaurante El Viejo y El Mar com panqueque de manzana de sobremesa
  • Paella Valenciana no Mercado del Puerto com uma maravilhosa sangría que me deixou meio zonza o resto do dia
  • Simpático "restobar" com show de Jazz na Ciudad Vieja: Don Trigo.
Buenos Aires
  • Show do Les Luthiers, no Teatro Gran Rex
  • Caminhada do Centro à Recoleta, com a casualidade de chegarmos ao cemitério (que estava fechado quando estivemos lá há 10 anos) no dia do aniversário de nascimento da Evita. Ficou mais fácil achar o túmulo
  • Almoço em San Telmo, no La Brigada. O melhor Chorizo do universo todo está ali
  • Perdi a de Sampa, mas vi a Cow Parade do Puerto Madero, com direito a foto ao lado da "Barbie Q".
  • Passeio pelas Galerias Pacífico
  • Feira do Livro. Pegamos o último dia, e valeu muito a pena. Eu estava dura, e a minha pilha de livros a ler já está grande demais para o meu gosto. Acabei comprando só uma coletânea de contos de escritoras de língua espanhola, entre as quais estão duas que eu conheço e de que gostei: Ángeles Mastretta e Rosa Montero: La Vida te Despeina. O Márcio comprou vários livros e se esbaldou na banca da El Gráfico, com revistas especiais a cinco pesos (menos de R$ 5) cada.
Considerações
  • Dois dias em Montevidéu são o suficiente. A cidade é linda, as pessoas, educadíssimas, mas não tem muita coisa para fazer
  • O Hotel Ibis é honesto, honesto. Prático, porém funcional, sem frescuras, baratinho, limpinho, novinho. Um McDonald's do sistema hoteleiro ;-)
  • O Hotel Grand King em Buenos Aires é ok. Mas o serviço não poderia ser mais grosseiro. Aliás, o serviço em Buenos Aires...
  • Por mais charme que tenha o "a céu aberto" da nossa Feira do Livro, o conforto de andar por uma feira fechada como a de Buenos Aires – e a Bienal do Livro de São Paulo – é quase uma situação Mastercard. Se não soubesse que ia apanhar, começaria agora a campanha "Transfiram a Feira do Livro TODA para o Porto"
  • Cafés são sempre bons em Buenos Aires. Mas o La Brioche Dorée, que tem dentro das "Ateneos", além de gostoso – tem o melhor croissant com presunto e queijo EVER – fica dentro das "Ateneos"
  • Tive que rever meu preconceito contra city tours. Fiz um em Montevidéu, que ainda não conhecia, e o passeio me poupou de grandes caminhadas inúteis para ver coisas sem graça, como o Estádio Centenário... Além disso, aprendi coisas que não tinha lido antes, como, por exemplo, por que a cidade se chama Montevidéu. Vocês sabem? (Tu não vale, Martin)

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Viajar é bom...

... mas voltar pra casa é melhor ainda.

Assim que arrumar a minha vida, conto os melhores momentos por aqui.

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Vida dura

Amanha (nao achei o til no teclado) é o nosso último dia de Buenos Aires. Ainda nao (lembra que nao achei o til?) sabemos exatamente aonde vamos, já que o que queríamos mesmo fazer já fizemos, mas já dá para saber que vamos comer, caminhar, descansar, tomar café e comprar um pouco também. Tudo isso em seqüência e alternadamente.

Quem disse que rotina de férias é coisa fácil?

quinta-feira, 4 de maio de 2006

Desde el oriente

Montevideu es encantadora. La internet del hotel é barata. Mas tengo más cosas a hacer que escribir. Conto tudo en la vuelta.

¿Sentieron como estoy me comunicando?

terça-feira, 2 de maio de 2006

E eu me pergunto...

... será que quando ricos tiram férias e ficam em casa aparece vazamento no banheiro e na cozinha?

Moral da história

Vi ontem O Jardineiro Fiel. O filme é bom, mas a moral da coisa pra mim foi que o Brasil perdeu em 2002 de ter o presidente com mais c*lhão (pardon my French) da História. Porque o Serra foi muito macho de peitar a indústria farmacêutica...

Eu já achava, mas depois de ver o filme, achei mais ainda. OK, EU SEI QUE É FICÇÃO, MAS ME DEIXA.

segunda-feira, 1 de maio de 2006

Da série morro e não vejo tudo

Nada pode ser mais patético do que a greve de fome do Garotinho. Com aquela reserva de gordura, vai levar umas duas semanas até ele começar a passar mal...

Aliás, enquete: você acredita que o Garotinho não vai comer escondido?

É batata

Pergunta típica de quem não costuma ler ao ver as estantes cheias de livros aqui de casa: "Nossa, vocês já leram tudo isso?" Lembrei disso depois de ler este texto do André Laurentino.

Link Novo

cassiazanon.blogspot.com

Zerando os contadores

A data da mudança de endereço não foi escolhida por acaso. Há três anos, em 1º de Maio de 2003, eu e a família voltávamos de mala e cuia para Porto Alegre depois de uma experiência de um ano e meio em Sampa.

Como o dia deu sorte, resolvi repetir.