sábado, 20 de janeiro de 2007
Das implicâncias adquiridas
Eu usava sempre, porque precisava respeitar o manual de redação de empresa. Mas garrei nojo de tanto o Riq falar. Não posso mais nem pensar em ler "ter de". Dose mesmo é quando o dito aparece em aspas de entrevistados que evidentemente jamais diriam isso.
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
Xô, preguiça?
O Tadeu disse que eu ando com preguiça de postar aqui. Não é bem isso. Eu andava assoberbada. No final do ano passado, mudei de função no clicRBS. Deixei o dia a dia da redação e passei para a área de produto. De editora de notícias, passei a analista de produto. Um dia explico o que exatamente isso significa...
Foi (está sendo) uma mudança muito legal, que tem me deixado bastante animada pelas perspectivas e os desafios. Lembra que falei disso aqui? Enfim, hoje estou saindo de férias já com tudo mais claro na minha cabeça. As melancias se reajeitaram e estou quase certa de que estou aprendendo a percorrer o novo caminho. Por isso, é bem provável que a "preguiça" suma e eu volte a fazer meus "superpertinentes" comentários com mais freqüência.
Prometo.
P.S.: Esse monte de aspas é pra irritar o meu querido ex-redator Cleber, que detesta aspas e que hoje passou para Filosofia na UFRGS.
Foi (está sendo) uma mudança muito legal, que tem me deixado bastante animada pelas perspectivas e os desafios. Lembra que falei disso aqui? Enfim, hoje estou saindo de férias já com tudo mais claro na minha cabeça. As melancias se reajeitaram e estou quase certa de que estou aprendendo a percorrer o novo caminho. Por isso, é bem provável que a "preguiça" suma e eu volte a fazer meus "superpertinentes" comentários com mais freqüência.
Prometo.
P.S.: Esse monte de aspas é pra irritar o meu querido ex-redator Cleber, que detesta aspas e que hoje passou para Filosofia na UFRGS.
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
Um slogan só meu

Além de me botar no blogroll, o Riq diz no "mouse over" da versão 2.0 do Viaje na Viagem que eu faço sentido. Não é demais? Eu acho tão difícil alguma coisa fazer sentido. Nunca pensei que alguém achasse isso de mim...
Agora eu tenho um slogan que é uma verdadeira Brastemp ;-)
En passant
Fiquei acordada até tarde (ou cedo, dependendo do ponto de vista) vendo o Globo de Ouro. Sou fãzoca assumida dessas festonas de róliu. E gosto mais do Globo de Ouro, porque os caras acabam invariavelmente chegando ao fim da noite mais pra lá do que pra cá.
Curti
Curti
- O discurso da Meryl Streep
- A premiação da Helen Mirren. Não vi nenhum dos filmes ainda, mas adoro a mulher
- O tudibom Jeremy Irons dizendo que não lembrava de ninguém, porque mora na Irlanda
- O vestido da Toni Colette
- O fofo Forest Whitaker merecia o prêmio. Se não pelo Idi Amin, pelo conjunto da obra. Legítimo caso de não vi, mas já hostei
- Carros ganhou melhor animação :-)
- O Tom Hanks errou na mão com as bolas do Warren Beatty? A piadinha da contagem ficou ruinzinha. Parecia brincadeira de congresso de vendedores
- O governador precisava mesmo das muletas pra fazer aquela entradinha mixuruca?
- Precisava a Ugly Betty parar ao lado da apresentadora achando que ia dar entrevista ali, logo depois de ganhar o prêmio? Constrangedor.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Sobre filmes
Pra não dizer que nunca mais comento filmes, Tadeu, vão lá umas observaçõezinhas avulsas que eu tinha ficado com preguiça de fazer aqui:
- Carros foi um dos melhores filmes que eu vi no ano
- Poseidon foi um dos piores filmes que eu vi (obrigada pelo Márcio, fã de filmes catátrofe) na vida e me deixou deprimida por causa do papel triste do Richard Dreyfuss, um bom ator medíocre de quem eu sempre gostei
- Syriana foi o melhor filme confuso (que depois faz sentido) de 2006 e mostrou que o George Clooney não é só lindo – é mestre
- Diamante de Sangue me dá cansaço só de pensar. Não sei se quero ver
- Ainda não vi Os Infiltrados e me envergonho disso
- Apesar de ainda resistir à idéia do Daniel Craig como 007, vou acabar encarando Cassino Royale
- Não vejo a hora de assistir a 1972, da Ana Maria Bahiana. Mas ele não veio pra Porto Alegre
sábado, 6 de janeiro de 2007
Coisas boas
De última hora resolvemos trocar o caloorão de Porto Alegre pelo clima ameno da praia. Valeu a pena.
Aproveitando o computador litorâneo, descobri que o Riq me botou no blogroll do novo endereço (provisório) dele.
Te mete.
Aproveitando o computador litorâneo, descobri que o Riq me botou no blogroll do novo endereço (provisório) dele.
Te mete.
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Ah, o calorão
Em alguns momentos senegalescos do feriado de ano novo em Porto Alegre, cheguei a pensar se não teria sido melhor encarar a freeway e pegar uma prainha. Lendo esta matéria, resolvi agradecer por ter passado o calor de mais de 35°C no conforto da minha casa.
sábado, 30 de dezembro de 2006
Não custa tentar
Nunca foi do meu estilo, mas, como no ano passado deu certo, vamos lá de novo com a lista de resoluções:
- Seguir fazendo ioga
- Caminhar duas vezes por semana
- Trabalhar em favor da preguiça (i.e. ser o mais eficiente possível para que as eventuais falhas ou atrasos não acabem se transformando em mais trabalho)
- Ser menos implicante
- Comer menos carne
- Ler livros mais relevantes (pelo menos quatro deles durante o ano)
- Ir mais ao cinema
- Fazer mais jantares em casa para reunir os amigos
Retrospectiva 2006
Meu primeiro trabalho como jornalista contratada foi fazendo pesquisa de imagens da Retrospectiva 1995, na RBS TV. Aqui entre nós, não gosto de ler nem ver retrospectivas, mas adoro fazer. Vai daqui, entonces, a minha, para quem gosta delas.
Olhando para o meu umbigo, 2006 foi um ano abençoado. Aos 32 anos, encontrei uma tranqüilidade – ou pelo menos meios de chegar mais perto dela – que não imaginava ser possível para alguém tão agitada como eu. Aprendi a aceitar as minhas limitações e a trabalhar para superá-las sem a pressa que acabava me atrapalhando. Descobri finalmente que se eu der um passo de cada vez, o caminho fatalmente se encurta, mesmo que não na velocidade que eu gostaria.
Foi um ano de vitórias muito desejadas. A eleição do meu sogro, que conheci quando ele sofria a pena impostar por uma injustiça e a quem admiro dia a dia. O campeonato mundial do meu time, que meu pai deve ter adorado ter visto, onde quer que esteja.
Em 2006 também me reaproximei de muita gente e de muitas coisas. Reabri o lado afetivo que eu tinha fechado inconscientemente quando meu pai morreu, há uma década, e descobri que ainda sei gostar por gostar. Ao fazer isso, redescobri amizades antigas e enxerguei belos companheiros que estavam tão perto e tão distantes.
Teve também uma bela viagem de férias, e uma mudança profissional que está se mostrando desafiadora. Quatro traduções que gostei muito de fazer. Bons livros, bons filmes, boas comidas. Aperfeiçoei a minha galinha assada e vi que há muito prazer em fazer comidinhas triviais.
Aprendi a respirar. Com isso, comecei a ver muitas coisas com mais clareza. A afastar com mais facilidade implicâncias e indignações que, por mais justas que possam ser, acabam prejudicando apenas a mim e a quem eu amo.
Claro que faltou tempo. E sei que vai continuar faltando. Mas agora pelo menos eu consigo falar nisso sem reclamar. Porque também aprendi que reclamar da falta de tempo é um desperdício de tempo.
Olhando para o meu umbigo, 2006 foi um ano abençoado. Aos 32 anos, encontrei uma tranqüilidade – ou pelo menos meios de chegar mais perto dela – que não imaginava ser possível para alguém tão agitada como eu. Aprendi a aceitar as minhas limitações e a trabalhar para superá-las sem a pressa que acabava me atrapalhando. Descobri finalmente que se eu der um passo de cada vez, o caminho fatalmente se encurta, mesmo que não na velocidade que eu gostaria.
Foi um ano de vitórias muito desejadas. A eleição do meu sogro, que conheci quando ele sofria a pena impostar por uma injustiça e a quem admiro dia a dia. O campeonato mundial do meu time, que meu pai deve ter adorado ter visto, onde quer que esteja.
Em 2006 também me reaproximei de muita gente e de muitas coisas. Reabri o lado afetivo que eu tinha fechado inconscientemente quando meu pai morreu, há uma década, e descobri que ainda sei gostar por gostar. Ao fazer isso, redescobri amizades antigas e enxerguei belos companheiros que estavam tão perto e tão distantes.
Teve também uma bela viagem de férias, e uma mudança profissional que está se mostrando desafiadora. Quatro traduções que gostei muito de fazer. Bons livros, bons filmes, boas comidas. Aperfeiçoei a minha galinha assada e vi que há muito prazer em fazer comidinhas triviais.
Aprendi a respirar. Com isso, comecei a ver muitas coisas com mais clareza. A afastar com mais facilidade implicâncias e indignações que, por mais justas que possam ser, acabam prejudicando apenas a mim e a quem eu amo.
Claro que faltou tempo. E sei que vai continuar faltando. Mas agora pelo menos eu consigo falar nisso sem reclamar. Porque também aprendi que reclamar da falta de tempo é um desperdício de tempo.
domingo, 24 de dezembro de 2006
Feliz Natal!
Depois de uma noite agradabilíssima ao lado do Márcio, da mãe, da Carol e dos pais do Márcio, além do Floc e do Bubi, chez nous, eu me dou conta de que, de novo, não consegui beijar, abraçar ou mesmo ligar para todas as pessoas importantes da minha vida. E não foi só pela correria, mas até por bom motivo: são muitas as pessoas importantes na minha vida.
Que o Papai do Céu seja muito generoso com todos vocês.
Que o Papai do Céu seja muito generoso com todos vocês.
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