sábado, 7 de dezembro de 2013
Vos me haces feliz, hacés el mundo brillar
Em determinado momento, uma música me encanta. A letra me emociona, e quase no final eu pergunto pro Márcio:
– Margarita é mulher dele?
– Não, é filha.
<3
Margarita
Yo soy tan feliz cuando te despertás
Vos me haces feliz, hacés el mundo brillar
Yo me quiero ir a la luna con vos.
Vos me hacés feliz
Sabés amar y jugar
Vos me hacés reír
Me hacés sentir fugaz
Yo me quiero ir a la luna con vos.
Hay que subirse a un caballo con alas
Y creer fuerte con el corazón
Y las libélulas amarillas
Nos abrirán los laberintos que nos lleven al sol
Yo quiero estar ahí con vos
Vos me hacés feliz
Margarita, mi amor
Vos me hacés reír
Te hago reír a vos
Si hay para comer lo dividimos en dos
Vamos a vivir abrazados, mi amor
Que viva el mundo y viva la vida
Vivan las voces y la emoción
Ésto te quiero dejar, Margarita
Y que vayas abriendo el mundo como una flor
Yo voy estar ahí con vos
Puedo ser feliz
Me hacés feliz
Me hacés reír
Me hacés feliz
Totalmente feliz.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Yesterday
Paul McCartney não é deste mundo. E isso ficou claro ontem. As composições do homem cobrem uma gama de estilos musicais que vai do bolero ao rock pesado. E todos com excelência. Aos 68 anos, Sir Paul deixou a todos embasbacados com a vitalidade e a simpatia que esbanjou em cima do palco. Homenageou o John - meu quarto beatle preferido - e o George - o segundo, antes de Ringo. Something foi qualquer coisa de especial. A lembrança de George Harrison e a interpretação perfeita da banda de Macca me levaram as lágrimas pela primeira vez.
O choro veio forte com Yesterday, apesar de ela não estar entre as minhas canções preferidas. É que foi Yesterday a música que me introduziu ao maravilhoso mundo dos besouros de Liverpool. Era a favorita do meu pai, de quem herdei a coleção de fitas cassete com a discografia quase completa dos Beatles.
Os primeiros acordes de Eleanor Rigby foram catárticos. Foi naquele instante que me dei conta de que nunca mais - eu disse nunca - qualquer outro show seria capaz de superar aquilo tudo. Talvez apenas outro do próprio Paul, mas então não mais favorecido pelo fator "primeira vez".
Apesar do repertório (muito bem) escolhido a dedo, faltou muita coisa. Faltou, por exemplo, For No One, a música que inspirou o título original deste blog em 2003: The Day Breaks. E faltou Fool on the Hill. Mas esteve lá Live and Let Die, numa versão explosiva e impecável.
Sir Paul, many thanks indeed!
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Quando gênios se encontram
Meu filme preferido em toda a vida: Era uma vez na América, do Sergio Leone. Com Robert de Niro. Trilha sonora do mestre Ennio Morricone. Hoje, numa sessão nostalgia por e-mail, minha querida Tia Rita me fez lembrar deste filme lindo. E desta música igualmente belíssima. Um encontro de gênios que marcou a minha adolescência e que vi mais vezes até do que O Poderoso Chefão.
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=28iIvH4ezU4&fs=1&hl=pt_BR]
quarta-feira, 21 de julho de 2010
tom cruise + cameron diaz = eu ri
O roteiro é fraco e cheio de furos. As interpretações, canastras. Os diálogos, pra lá de clichês. E o Tom Cruise, bem, o Tom Cruise é o Tom Cruise - o que quer que isso signifique para o querido leitor. Mas, vai por mim, esquece a cientologia e toda a maluquice que a criatura faz com a pobre Suri (a começar pelo nome, por Deus) e te atira no Knight and Day - ou Encontro Explosivo, como queiram. Eu ri.
Acabo de voltar do cinema, onde caí de pára-quedas, sem saber xongas sobre o filme (não leio resenhas antes de ver ou ler blablabá, vocês conhecem a doida) escolhendo pelo horário e o espírito de "preciso me desligar do mundo".
O casal Tom Cruise e Cameron Diaz parece ter se divertido fazendo o filme, e a gente se diverte vendo aquele monte de cena "se é possível" emendada uma na outra. A Cameron? Eu ADORO que ela seja linda mesmo com acne e pareça ter os 37 anos que tem. E, cá entre nós, meninas, o Tom Cruise da tela em certos momentos lembra o bonitinho divertidíssimo de Negócio Arriscado. Parece até saber rir de si mesmo.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Três autores em três filmes num final de semana
Alain de Botton, Dave Eggers e Nick Hornby estão entre os escritores cujos livros já me divertiram e encantaram em algum momento da vida. Os três se encontraram no meu final de semana numa feliz coincidência, e não foi em páginas de livros, mas nas telas do cinema e da TV lá de casa.
Primeiro foi o querido e melancólico Away we go, com roteiro do Dave Eggers e da mulher dele, Vendela Vida, e do Sam Mendes - que, fiquei sabendo hoje, se separou da chata de galochas da Kate Winslet. Belo road movie, com o fofo do John Krasinski. Depois, fui ao cinema ver Educação. Bacana o filme, mas estava esperando bem mais. O roteiro? Do Nick Hornby. E, não, o Alain de Botton não escreveu o roteiro do terceiro filme do fim de semana. Mas o livro A Arquitetura da Felicidade aparece em duas cenas do surpreendente - embora muita gente já tivesse me falado bem dele - 500 days of Summer.
Ficam as dicas ;-)
sábado, 15 de agosto de 2009
Novas diretrizes no cinema
O filme é emocionante, mostrando de novo que Tony Ramos é um dos maiores atores brasileiros. O que, entre nós, torna cada vez mais incompreensível a presença dele na atual coisa medonha da Glória Perez.
domingo, 9 de agosto de 2009
Se você quer cantar...
Primeiro na voz da Ruth Gordon...
... e depois na clássica cena final...
Boa semana!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Jogando convicções no lixo
Abaixo o bis compulsório! Ô coisa irritante #show 10:47 PM Jul 31st from sms2blogPior só quem pede música... #show 10:48 PM Jul 31st from sms2blog
Pois ontem a pessoa aqui foi obrigada a engolir o azedume das observações suprarreproduzidas e se viu torcendo pela volta do Boca Livre ao palco depois do final oficial do show para um bis compulsório e - o cúmulo dos cúmulos - me juntei ao coro dos que pediam pela música abaixo.
Donde se conclui que eu curto João Bosco, mas gosto mesmo é do Boca Livre.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Alívio
O fato de uma novela do Gilberto Braga ter chegado ao fim quer dizer que durante pelo menos três novelas das 9 (um Agnaldo Silva cheio de personagens gritões e inverossímeis, uma Glória Peres sem comentários e um Manoel Carlos que anda escrevendo feito Glória Peres), estou LIVRE do mundo noveleiro.
E isso é bom demais. Melhor até do que novela boa do Gilberto Braga.
*
Aliás, o que é de bom esse Wagner Moura? Digamos que se eu tivesse visto Tropa de Elite no fim de semana, teria achado fantástica a atuação dele. Ainda mais se considerarmos a consistência de boas atuações dele nos divertidos Deus é Brasileiro e Saneamento Básico e no pesado Cidade Baixa.
domingo, 30 de setembro de 2007
Vale ver...
Tem outra sessão do espetáculo neste domingo. Talvez ainda haja ingresso. Vale a pena ir.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Sim, eu vi muita TV no domingo
- Momento "so shoot me, gostei": impagável a dança do siri do Galvão Bueno no Pânico.
- Momento "quero ser assim na outra vida": o que é a elegância da maravilhosa Helen Mirren? Troféu ponto altíssimo da estranhíssima entrega dos prêmios Emmy – quequeparecia aquele palco?
- Momento "filme que eu devia ter visto antes, mas acabei vendo sem querer no Telecine e fui dormir mais tarde do que queria": Transamérica é duca!
Boa semana!
domingo, 16 de setembro de 2007
Sabadão em casa
Mais cedo, no capítulo da novela – lembram que só assisto às do Gilberto Braga? –, o mesmo Carvana e o Tony Ramos deram um show. Fossem eles atores americanos, não estariam fazendo novela, mas filmaços.
Azar, gostei.
*
Aliás, a melhor coisa de a novela estar chegando ao fim, é que vai levar um bom tempo pra eu voltar a ver novela de novo. Pelo menos até ter mais uma "do hômi".
Aliás 2, por que será que as mocinhas das novelas são sempre as personagens mais chatas?
domingo, 12 de agosto de 2007
Uma voz
*
Talvez ainda dê tempo de ver. Ela se apresenta de novo neste domingo no Studio Clio – em cujo site ela é creditada como "docente". Mas, vá lá, o que ela faz no palco pode até ser considerado uma aula mesmo.
;-)
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Frio 2
domingo, 29 de julho de 2007
Frio
Para contrabalançar o peso da história, uma comediazinha de 2002 baseada em Oscar Wilde: The Importance of Being Earnest.
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Das coisas que se descobre com o tempo
Tirando a cena de abertura (com a grandiosa Rhapsody in Blue e o off do Woody Allen) e o trecho do Planetário, não lembrava de coisa alguma. E, caramba, que filme bom! Com isso, percebi que o tempo faz a gente esquecer mesmo as coisas boas (lá se vão 17 anos desde que vi Manhattan pela primeira – e única vez) e que ver um filme uma vez apenas não basta para nos lembrarmos de detalhes, por mais excelentes que sejam esses detalhes.
O melhor da (óbvia) descoberta foi me dar conta perceber quantos filmes excelentes eu posso (re)ver sem medo de sentir tédio.
domingo, 20 de maio de 2007
Everybody just pretend to be normal, ok?
*
Fim de semana teve também Plano Perfeito, mais uma boa joint do Spike Lee, e o peguei-porque-precisava-não-pensar-um-pouco-não-encha Uma Noite no Museu.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
(Pseudo) Festival Woody Allen
- Amigas com dinheiro, com Jennifer Aniston, Catherine Keener, Frances McDormand e Joan Cusack. Um sub Woody Allen com uma bela Frances McDormand. Melhor esperar passar na TV paga.
- Match Point. Um Woody Allen honesto. Vale o aluguel.
- Because I Said So, porque me nego a usar o ridículo título em português (Minha mãe quer que eu case), com a melhor das musas do Woody Allen. É engraçadinho, mas se a grana está curta, dá para esperar sair em DVD.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Azar, eu gosto
Mas a coisa estava melhorando, e num crescendo. Hoje, o homem deu uma aula: a cena do Tony Ramos testando o chef metido a besta com todo o staff do hotel de platéia foi impagável. Mais "se é possível"(*) impossível, mas beeeeem divertido.
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Grata surpresa
Já o público... Devo confessar que fiquei com pena das criancinhas – algumas levando flores que deixavam no palco, como que fazendo uma oferenda a uma espécie de iemanjá pop – que devem ter achado o show todo um porre. Tinha bastante gente que parece ter decidido ir depois de saber das intenções da filha do Xororó e acho que não devem ter se decepcionado. Agora, com pena mesmo fiquei dos preconceituosos, de que o Paulo Roberto Pires falou dias atrás. Perderam um belo show com belas músicas bem interpretadas. Perfeito para um fim de tarde de domingo.