O dia se espatifa

terça-feira, 15 de abril de 2008

Momento mulherzinha

Chegou o frio. E eu sou a mais nova dona de dois lindos pares de botas: um preto e um cor de vinho.


Eu PRECISAVA dividir isso com alguém...

Postado por Cássia Zanon

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Inspiração para trabalhar

Então que eu tenho saído moída do trabalho, e mal tenho conseguido tocar na tradução em curso. Daí que hoje eu li este post do Sérgio Rodrigues no Todoprosa sobre o Armageddon in Retrospect, do Kurt Vonnegut, e fiquei bem animada :-)

Postado por Cássia Zanon

sábado, 12 de abril de 2008

Aperfeiçoando receitas

Hoje preparei para dois amigos queridos um Frango à Marengo. Lembrava de os meus dois últimos terem sido muito bons, mas não tinha mais certeza sobre a receita e o modo de fazer. Daí que não encontrei em nenhum dos meus muitos livros nem lembrava de onde tinha visto antes.

Só agora lembrei que a receita era minha mesmo, e estava aqui o tempo todo.

Não é que fiz, de cabeça, quase igual? Só que hoje acrescentei Ervas de Provence, um copo de vinho branco seco, um pedaço de pimentão vermelho e uma pitadinha de cominho. As novidades fizeram (uma boa) diferença.



Postado por Cássia Zanon

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Um pedaço de Porto Alegre na desvairada

Então que abriu um Zaffari em São Paulo. E, ok, eu nem ia comentar isso aqui. Mas daí eu li este post do Ricardo Freire, e resolvi dividir com vocês, se é que ainda não passaram por lá :-)

Vai daqui um gostinho:

Não sou só eu, nem a minha nova amiga colorada. A colônia gaúcha inteira da cidade está em êxtase. São Paulo agora tem um supermercado que vende pão cervejinha, cuca de banana, erva Barão, doce de leite Mu-Mu, ximia Piá e mostarda Rib%27s.


Postado por Cássia Zanon

Momento Fora de Série


Meia-noite, e eu, morrendo de sono, resolvo dar uma última zapeada nos canais just in case. Daí que estava começando Pushing Daisies, e resolvi ver o começo. Só pra ter uma idéia da coisa.

E não é que a Camilinha tinha razão, e a série é tão fofa, mas tão fofa, que eu acabei saindo da frente da TV só à 1h? Agora estou com sono, mas virei fã.




Postado por Cássia Zanon

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Apelo aos 17

Em novembro do ano passado, troquei a vida avulsa do Blogger – onde espatifava meus dias desde dezembro de 2003 – pelo condomínio cheio de vizinhos ilustres do clicRBS. Fiz a mudança movida por dois motivos, principalmente. O primeiro era ter uma experiência mais próxima com a nossa ferramenta de blog, já que faz parte das minhas atribuições na unidade de Internet e Inovação da RBS pensar em como melhorar os nossos produtos tanto para o público quanto para os jornalistas que produzem o mar de conteúdo e serviços do clicRBS e do hagah. O segundo foi, como negar, a maior visibilidade. Quer coisa melhor do que estar dentro de um grande portal, mesmo sem aparentemente ter algo a acrescentar?

Em relação ao primeiro objetivo, a mudança não poderia ter sido mais benéfica. Tenho convicção de que, ao sentir na ponta dos dedos as dificuldades dos meus colegas blogueiros, estou conseguindo perceber melhor quais são as necessidades. E os amigos freqüentadores dos nossos blogs podem esperar por (boas) novidades nos próximos dias e até o fim do ano.

Já o segundo objetivo gerou um efeito contraditório. A audiência aumentou – e o conteúdo do blog eu sei que não tem a ver com isso, uma vez que sigo falando basicamente sobre o nada. Só que o índice de comentários caiu absurdamente – e o conteúdo do blog eu sei que não tem a ver com isso, uma vez que sigo falando basicamente sobre o nada.

Então, queridos 17 leitores, fica daqui o meu apelo: eu sei que a caixinha de comentários aqui embaixo não é das mais funcionais. Eu sei que o comentário só entra depois de eu aprovar (e isso é porque a nossa ferramenta não avisa quando tem comentário, e eu tenho medo de deixar algum passar batido, e não porque eu queira %22censurar%22 alguma coisa). Mas, pôxa, se vocês estão aí, dêem um sinalzinho de vida? A blogueira aqui está carente...



Postado por Cássia Zanon

terça-feira, 8 de abril de 2008

Recordar é viver (3)

Dentro do projeto %22reciclando posts%22, vai daqui um que eu escrevi em 3 de abril de 2005 – há três anos, portanto – e que continua valendo, apesar de agora eu não trabalhar mais tanto com texto como na época, em que era editora de Notícias do clicRBS. :-)

A força das palavras

Sou bem neurótica com o uso adequado das palavras. Sou implicante com algumas. Certas manias eu herdei de antigas chefes a quem respeito muito e aprendi com excelentes professores, outras foram surgindo (e seguem aparecendo) com o trabalho diário nas redações e nas traduções e com a leitura de gente boa (e implicante) como o Ricardo Freire.

- Detesto disponibilizar
- Tenho pavor de iniciar e encerrar mal aplicados
- Sinto urticária com a palavra colocar em qualquer hipótese (qual o problema com botar?)
- Não entendo quem acessa sites
- Ainda fico indignada com quem varia o verbo haver equivocadamente, e sempre os hão (sic)
- Fico irritada com trocas desnecessárias do eloqüente verbo dizer por coisas esdrúxulas como salientar, ressaltar, ressalvar e quetais.

A lista é longa, mas por ora o desabafo é este...


Postado por Cássia Zanon

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Ó vida...

Resolvi dar uma olhada nos posts do blog antigo (até pra ver se reciclava algum pra cá, confesso). Daí que lembrei da categoria óvidaócéusóazar, e achei divertido constatar que tudo o que está ali ainda se aplica ;-)

Ah, sim, este aqui tem a mesma seção.


Postado por Cássia Zanon

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Minha fritadeira e bolinhos de arroz


Então que eu ganhei uma supersupimpa panela Wok de aniversário. Como já tinha uma, e fui avisada pelos queridos amigos que me presentearam que eu podia trocar... troquei. E a minha supersupimpa Wok virou uma supersupimpa fritadeira (exatamente a da foto ao lado).

Em 12 anos de dona de casa, nunca fui muito fã de frituras – pelo menos não na minha cozinha. E daí que as minhas eventuais experiências com esse tipo de comida costumavam ser meio decepcionantes. As panelas muito grandes demandavam muito óleo e, sei lá, a coisa não fluía bem. Uma vez fiz uns pastéis tão ruins e gordurosos que abandonamos os coitados no meio e apelamos para sanduíches.

Pois hoje resolvi arriscar e fazer uma receita que às vezes erro, às vezes acerto, às vezes erro... hoje acertei. Ficou igual ao da minha mãe. Que não sabe dar a receita com medidas precisas. Por isso, decidi anotar as quantidades e a forma de fazer, porque se não fizer isso agora, da próxima vez vou acabar inventando outra receita (de novo), e vai ficar uma porcaria. Ou não.

Com licença, Sérgio, mas a receita agora é minha.

Bolinho de arroz que dá certo

- 1 xícara de arroz cozido (1 xícara de arroz cru cozido, não uma xícara de arroz cozido, deu pra entender?)
- 1 xícara de leite
- 1 colher de sopa de salsinha picada
- 1 colher de sopa de cebolinha picada
- 1 colher de sopa de queijo ralado
- 2 ovos
- 4 colheres de sopa de farinha de trigo
- 1/2 colher de sopa de fermento em pó
- 1 colher de óleo
- 1 pitada de açúcar
- sal e pimenta a gosto
- óleo que baste para fritar

Junte o leite ao arroz cozido e leve ao fogo até o leite incorporar. Mexa o tempo todo. Tire da panela e leve a uma tigela. Misture bem a salsinha, a cebolinha, o queijo ralado e os ovos (bata-os ligeiramente antes). Acrescente as colheres de farinha uma a uma, mexendo sempre. Quando a %22massa%22 ficar consistente, acrescente a colher de óleo (esse truque eu li numa receita em algum lugar, e fez toda a diferença), o sal, a pimenta, o açúcar e, por último, o fermento.

Aqueça bem o óleo (tem que ser muito óleo e muito quente) e forme os bolinhos com a colher (para evitar que a massa grude, mergulhe a colher no óleo antes de pegar a massa). Deixe fritar até dourar, escorra em papel-toalha e sirva.




Postado por Cássia Zanon

Apelo às pessoas sem pressa e sem noção

Sim, eu sou um pouco mais estressada do que o normal. Sim, eu tenho uma pressa que me acompanha desde a mais tenra idade. Sim, eu tenho tentado mudar isso e aumentar meu nível de paciência e tolerância com uma combinação de ioga, meditação, acupuntura e autocrítica. E diminuir o ritmo tem me feito bem.

Só que quando uma pessoa fica CINCO MINUTOS na minha frente numa fila de lanchonete PENSANDO no que vai comer sendo que SABE o que tem na dita cuja HÁ ANOS, isso me irrita MUITO. O mesmo para aqueles que, num bifê, ficam HOOOOORAS escolhendo as folhas de alface, as rodelas de tomate, os grãos de arroz e – o pior de tudo – cutucando TODOS os bifes com o garfo antes de escolher o que vai para o prato.

Fica daqui meu apelo: pessoas sem pressa e sem noção alguma, por favor, por favor, respeitem um pouquinho só quem está atrás de vocês na fila? Muito obrigada.

*

Update às 18h10

Aqui embaixo nos comentários, recebi várias dicas (e até uma espécie de ameaça) de pessoas que dizem que eu provavelmente vá ter um ataque cardíaco a qualquer momento por causa da minha pressa. Talvez isso deva me alertar para o fato de que eu não esteja sabendo mais me expressar por escrito. Acho que não ficou claro que:

1 - Eu reconheço minha tendência à maluquice e estou tentando mudar

2 - Mesmo tentando mudar, não consigo deixar de me irritar com gente que não tem consideração pelos outros e acha que dispõe todo o tempo do mundo para fazer coisas que interferem na vida alheia (no caso, as pessoas que são obrigadas a ficar numa fila que seria desnecessária se o sem-pressa pensasse um pouco no próximo) 

3 - Por me irritar, não quero dizer que fique fazendo caretas ou xingando o sem-pressa. Aliás, nem ele nem quem está atrás de mim deve perceber a minha irritação. Meus batimentos cardíacos seguem tranqüilitos, tranqüilitos. Eu só faço uma anotação mental para me cuidar e não fazer isso também. E, às vezes, para transformar a situação num post polêmico como este e dar uma movimentada num blog deveras abandonado ;-) 



Postado por Cássia Zanon