O dia se espatifa: política
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segunda-feira, 9 de março de 2015

Desenhando...

Vamos deixar uma coisa estabelecida neste começo de semana?
Dentro do cenário político brasileiro existem muitas vertentes...
1 - Existe a situação democrática que defende o governo atual apesar de suas falhas e problemas — inerentes a qualquer governo democrático
2 - Existe a oposição democrática ao governo atual — onde me situo
3 - Existem os que são contra tudo isso que tá aí e estão sempre numa oposição cinzenta atirando pra qualquer lado de maneira inconsequente e adolescente
4 - Existem os que não sabem o que está acontecendo no mundo e replicam e repetem coisas que acham bacaninha aqui ou ali
5 - Existem os que não sabem o nome da presidente da república e não conseguem diferenciar um partido de um armário embutido
6 - Existem os cabeças de vento reacionários que defendem um golpe (confesso que não conheço pessoalmente nenhum, ou, se conheço, já deletei DA VIDA)
7 - E existem os cabeças de vento que tatuaram a estrela no peito e defendem o João Santana, ops, a Dilma e o projeto petista de poder com mentiras e argumentações que contrariam qualquer bom senso
Então, muito cuidado antes de chamar teu amigo do tipo 1 de petralha ou teu amigo do tipo 2 de coxinha golpista. Porque isso te aproxima muito, muito, muito dos itens 6 e 7 — que eu prefiro simplesmente ignorar.

domingo, 5 de outubro de 2014

Política de verdade

Então daqui a pouco a gente vai votar. E eu espero que todo mundo vote contente com suas escolhas. E eu fico contente de saber que, independentemente do resultado das urnas, minha vida e minhas crenças, na segunda-feira, seguirão seus rumos.
Política eleitoral é inevitável, e é importante, mas não tenho dúvidas de que é no dia a dia, no contato com quem está perto da gente e no nosso respeito pelos outros – na política do cotidiano –, que podemos fazer realmente alguma diferença.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Religião, futebol e política


Quem me conhece bem sabe que eu pago para entrar numa boa discussão. E que muitas, muitas vezes dou o braço a torcer e mudo de ideia, de posição, de crença. E uma das convicções que tenho é de que somos capazes de mudar de tudo: de ideia, de posição, de crença, mas não podemos mudar de paixão. Por conta disso, eu tenho um adendo mental àquela máxima que diz que religião, futebol e política não se discute. Para mim, religião, futebol e política se discute, sim – desde que não haja paixão envolvida.



Porque a paixão emburrece, embrutece e nos torna impermeáveis - por vezes, até desrespeitosos em relação ao outro. Quem está apaixonado não será demovido de suas ideias, posições ou crenças a respeito do que provoca esse sentimento. Assim, fica aqui acordado da seguinte forma: a gente começa discutindo, trocando informações, argumentações e ideias. Se por acaso ficar evidente que de alguma das partes há paixão, escolhemos outro assunto. Trocando em miúdos, onde há paixão, mantemos a discussão no acessório, no que pode ser mudado.



Combinado?



*



Enfim... sou só eu que estou achando um exagero essa coisa de o "aborto" ter definido voto de muita gente? Ao ponto de a Dilma ir para o Jornal Nacional lembrar sua criação católica?