A Lu Aquino, amiga que freqüenta os comentários deste humilde de vez em quando, está perdendo dinheiro. Isso porque tem idéias de blogs temáticos que alguém já devia ter tido e ela podia vender pra grandes portais.
Dona do Vou pra Barcelona, cheio de dicas bacanas para quem vai visitar a cidade espanhola, ela acaba de lançar o Onde fica o banheiro? Vai lá.
terça-feira, 21 de novembro de 2006
Da publicidade como enigma
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
Das estatísticas
Como me irritam essas estatísticas futebolísticas e cinematográficas que falam do "primeiro gol de perna esquerda feito aos 38 minutos do segundo tempo por um jogador nordestino jogando em time do Sul na História do futebol brasileiro" ou da "maior bilheteria numa sexta-feira ímpar de chuva".
Só pra não dizerem que eu não passo mais por aqui...
Só pra não dizerem que eu não passo mais por aqui...
sábado, 11 de novembro de 2006
Novidade geek
O meu blogroll estava velhinho, o pobre. E muita gente que eu leio não constava ainda da lista ali da esquerda. Eis que o Google Reader tem essa função bacana de mostrar pra todo mundo o que eu acompanho na Internet.
Em Leio por aí estão os blogs e quetais. Em Vai se informar, os sites de notícias. Ressalte-se que a ordem em que eles aparecem é a de publicação, não refletindo necessariamente a ordem de preferência desta que vos.
Em Leio por aí estão os blogs e quetais. Em Vai se informar, os sites de notícias. Ressalte-se que a ordem em que eles aparecem é a de publicação, não refletindo necessariamente a ordem de preferência desta que vos.
Deixa eu me exibir...
Na segunda eu estava lá no Digestivo! Pena que só tenha visto agora, depois de passar a paúra da anestesia.
sexta-feira, 10 de novembro de 2006
Por falar em vinho rosé
Acabamos de comprar pela Internet uma caixa com 6 garrafas de Miolo Reserva Rosé por R$ 96,60 com frete para Porto Alegre. Isso quer dizer que cada garrafa custou R$ 16,10. E tudo o que eu ganho com essa divulgação é a alegria dos amigos ;-)
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
Da superação dos medos e do medo dos micos
Então eu tomei a minha primeira anestesia geral. Foi na terça-feira, num exame/cirurgia que eu tinha marcado no fim de outubro e que desde então vinha me tirando o sono e a atenção devida das coisas importantes. Planos para depois do dia 7/11/2006? Podia ser, mas eu não sabia se estaria por aqui ainda...
Paraíso/inferno dos hipocondríacos e dos neuróticos (como eu), a Internet informava através de vários trabalhos científicos sérios que o risco da intervenção era de 3 para 1000. Três para 1000. Não cheguei a pesquisar, mas imagino que o risco de ser atropelada ao sair de casa seja maior. Nada que alivie as ansiedades de uma ansiosa crônica como eu. (Os sites que "vendem" a técnica do exame sequer falavam em riscos, mas desses eu queria distância.)
Como dá para notar pelo post, eu sobrevivi à anestesia, e o resultado do exame/cirurgia foi o desejado. Tudo muito simples, como meu querido e paciente médico cansou de explicar que seria. Mas eu TINHA PÂNICO da anestesia. Tanto pânico que cheguei a pensar em fazer um post despedida, para ser publicado postumamente. Exagerada? Imagina.
O pior, no fim, foram os micos que se sucederam depois do despertar. Lembro vagamente de alguns, e tenho certo medo de perguntar para o médico se a coisa foi pior do que me lembro.
– Tu tá bem? – perguntou o médico.
– Tô maravilhosa – respondi, hiperbolicamente, pensando "estou viva! estou viva!".
– Tá com alguma dor?
– Não, tô ótima! – Mentira, estava com dor, sim, mas estava viva, estava viva!
Mexi os braços. Mexi as pernas. "Beleza, não afetou os movimentos." De repente, paúra:
– Eu não consigo sorrir! Eu não estou conseguindo sorrir! – Aqui vem o momento pavor de verdade. Será que eu disse isso só duas vezes como me lembro ou será que saí gritando a caminho da sala de recuperação fazendo caretas e tentando desesperadamente sorrir? Tenho a vaga impressão de que os médicos e as enfermeiras à minha volta estavam às gargalhadas. Acho que não quero saber.
Já na sala de recuperação, a enfermeira que ficou me monitorando me pergunta:
– Tu sabe o teu nome completo?
– Cássia Zanon – respondi, prontamente. Acho que para garantir, emendei, sem que ela me perguntasse nada: – Nasci no dia vinte de fevereiro de mil novecentos e setenta e quatro.
Ainda não sei se não segui informando endereço, CPF, RG, filiação etc. Mas que fiquei louca de faceira que não tinha ficado com amnésia, ah, fiquei.
De todos os motivos que me levam a ser grata por ter saído "viva" da sala de cirurgia, o maior foi a última frase que eu lembro de ter dito antes de capotar e que não poderia ser mais deprimente como últimas palavras de qualquer cristão:
– Doutor, acho que o senhor botou alguma coisa na minha bebida.
Não, né?
Paraíso/inferno dos hipocondríacos e dos neuróticos (como eu), a Internet informava através de vários trabalhos científicos sérios que o risco da intervenção era de 3 para 1000. Três para 1000. Não cheguei a pesquisar, mas imagino que o risco de ser atropelada ao sair de casa seja maior. Nada que alivie as ansiedades de uma ansiosa crônica como eu. (Os sites que "vendem" a técnica do exame sequer falavam em riscos, mas desses eu queria distância.)
Como dá para notar pelo post, eu sobrevivi à anestesia, e o resultado do exame/cirurgia foi o desejado. Tudo muito simples, como meu querido e paciente médico cansou de explicar que seria. Mas eu TINHA PÂNICO da anestesia. Tanto pânico que cheguei a pensar em fazer um post despedida, para ser publicado postumamente. Exagerada? Imagina.
O pior, no fim, foram os micos que se sucederam depois do despertar. Lembro vagamente de alguns, e tenho certo medo de perguntar para o médico se a coisa foi pior do que me lembro.
– Tu tá bem? – perguntou o médico.
– Tô maravilhosa – respondi, hiperbolicamente, pensando "estou viva! estou viva!".
– Tá com alguma dor?
– Não, tô ótima! – Mentira, estava com dor, sim, mas estava viva, estava viva!
Mexi os braços. Mexi as pernas. "Beleza, não afetou os movimentos." De repente, paúra:
– Eu não consigo sorrir! Eu não estou conseguindo sorrir! – Aqui vem o momento pavor de verdade. Será que eu disse isso só duas vezes como me lembro ou será que saí gritando a caminho da sala de recuperação fazendo caretas e tentando desesperadamente sorrir? Tenho a vaga impressão de que os médicos e as enfermeiras à minha volta estavam às gargalhadas. Acho que não quero saber.
Já na sala de recuperação, a enfermeira que ficou me monitorando me pergunta:
– Tu sabe o teu nome completo?
– Cássia Zanon – respondi, prontamente. Acho que para garantir, emendei, sem que ela me perguntasse nada: – Nasci no dia vinte de fevereiro de mil novecentos e setenta e quatro.
Ainda não sei se não segui informando endereço, CPF, RG, filiação etc. Mas que fiquei louca de faceira que não tinha ficado com amnésia, ah, fiquei.
De todos os motivos que me levam a ser grata por ter saído "viva" da sala de cirurgia, o maior foi a última frase que eu lembro de ter dito antes de capotar e que não poderia ser mais deprimente como últimas palavras de qualquer cristão:
– Doutor, acho que o senhor botou alguma coisa na minha bebida.
Não, né?
sábado, 4 de novembro de 2006
Dos pequenos prazeres
Bastaram uma bandejinha de meio quilo de camarões médios, uma abobrinha orgânica, salsinha e cebolinha frescas picadinhas, azeite de oliva extra-virgem, uma xícara de arroz e meio litro de caldo de legumes mais um litro de água mineral fresca e uma garrafa de um delicioso vinho rosé para a noite de sexta ser perfeita.
Faltou a foto, mas eu garanto que o risoto ficou lindo na minha paellera.
Faltou a foto, mas eu garanto que o risoto ficou lindo na minha paellera.
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
Desnaturada?
Saí de manhã cedinho de casa para fazer várias coisas e cheguei ao meio-dia no trabalho, onde estava me esperando a seguinte mensagem do Márcio:Mãe sem coração. O Floc tava pedindo pra entrar logo que deitamos para lembrar que já era aniversário dele.
E hoje de manhã tu nem cumprimentou ele. Eu cumprimentei, fiz "muito bem" e dei um biscoito pra cada um. Ele ficou tão agitado que largou o biscoito dele, o Bubi comeu e ele nem viu.
Faz 12 anos hoje o meu velho menino...
*
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