O dia se espatifa: Praia de porto-alegrense

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Praia de porto-alegrense

Se o shopping é a praia dos paulistas, a Feira do Livro é a praia dos porto-alegrenses. Exagero? Até pode ser, mas a verdade é que a cidade - ou pelo menos o centro da cidade - ganha um ar diferente nesta época do ano. E não é só a primavera, que evidentemente tem um papel importante na euforia toda. Também não é a suposta maior intimidade dos gaúchos com os livros - uma daquelas muitas lendas que os sul-riograndinos gostamos de propagar aos quatro ventos.

Qualquer que seja o motivo da mudança de ar, o fato é que a 54ª edição está chegando. Este ano, vai ocorrer entre 31 de outubro e 16 de novembro, e esta que vos escreve terá a honra de estar entre os blogueiros incluídos na cobertura feita pelo clicRBS. O que quer dizer que finalmente este espaço poderá ter uma utilidade prática para os meus queridos 17 leitores. Ou não. Seguindo a "linha editorial" d`O dia se espatifa, os posts terão como tema a feira e seus livros. Ou o que me der na veneta.

*

Enquanto a feira não começa, podemos esquentar os tamborins nesta terça, a partir das 19h, na Saraiva do Shopping Moinhos de Vento. Isso porque o Sérgio Faraco, um dos maiores escritores brasileiros, vai estar autografando autografando seu novo livro de crônicas O pão e a esfinge, seguido de Quintana e eu e as novas edições ampliadas e ilustradas dos livros de contos Noite de matar um homem e Doce Paraíso, todos editados pela L&PM.

Aparece por lá.


Postado por Cássia Zanon

4 comentários:

  1. Ceeeeeeeeeerto que chove entre 31/10 e 16/11 então...

    :)

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  2. uauuu....apenas 17???rsrsr

    poh,no ES deveria ter feiras decentes de livros,oh povo besta esse do Brasil que num curte ler...

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  3. Marcia Adrem10/10/2008 10:13

    E ainda chamam este buraco de Porto Alegre...Todo ano, a mesma coisa. Nada muda nesta terrinha cinzenta e fingida. É só fazer um levantamento nos arquivos de ZH. Os jornais dos anos passados, no que diz respeito à vida cultural desta provincia, repetem a mesma ladainha xaroposa. Que povo sem criatividade! Sem luz própria! Isto explica porq o nativo daqui, ao sair desta cidade, só volta se fracassar na empreitada.

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  4. ô, quanta amargura. às vezes é difícil entender que o problema não está no lugar, está em nós.

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