O dia se espatifa: Receita de um sábado perfeito

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Receita de um sábado perfeito

Se eu pudesse escolher um sábado perfeito, ele começaria às 10h, só quando o sono da sexta terminasse, numa manhã de sol e temperatura amena. Na seqüência, depois de um banho demorado e de um café da manhã tranqüilo, o Márcio e eu sairíamos para passear longamente com o Bubi antes de irmos almoçar no Bistrô do Pátio com o Paulo Roberto, a Jeanette e o Bebeto, de onde sairíamos para um café na Mercearia Guahyba. Lá pelas 17h, os cinco iríamos juntos até a Feira do Livro, onde eu me encontraria com a minha irmã, mesmo sem ter marcado encontro, e compraria o livro Celular, do Ingo Schulze, que já estava namorando fazia tempo, com tradução do Marcelo Backes, mais um exemplar do Dicionário de Porto-Alegrês, desta vez para dar para o Ricardo Freire, e um exemplar do Mais ou Menos Normal, da Cíntia Moscovich. Depois de nos despedirmos dos companheiros do almoço, nós nos encontraríamos com o Sérgio Faraco e a Cibele, com quem ficaríamos até o final da noite e: cruzaríamos com o Fabrício Carpinejar, tomaríamos um café com o Riq e o Nick por puro acaso e depois mais outro com o Renato Henrichs, editor da EDUCS e da revista da Florense. Daí iríamos para o pavilhão de autógrafos pegar a assinatura da Cíntia e dar um abraço nela antes de terminarmos o dia com chave de ouro com o Sérgio, a Cibele, o Nico (que vai voltar ao São Pedro no final do mês) e a Márcia no Schulla`s Klein Haus. O mais legal de tudo seria se o sábado todo transcorresse exatamente assim sem que a gente tivesse planejado nada, e o domingo fosse passado na mais pura preguiça, mas uma preguiça tão grande, que um post falando sobre ele só fosse ser feito no final da segunda-feira, pouco antes de sair do trabalho com a Robs para voltar a feira para buscar o autógrafo do duplamente supracitado Riq.

3 comentários:

  1. Joaquim Simões Lopes Guapiassú Moranti10/11/2008 18:17

    Q post deveras encantador! Fez-me lembrar Molière e suas "As Preciosas Ridículas". Todo o sábado deveria ser assim, para todo o mundo - mas nem todos são tão cultos, tão civilizados, tão bem relacionados, tão urbanos. Como nesta cidade apenas umas 2 dúzias de pessoas, literatas -assalariadas, geralmente da rbs, ou da puc, ou da uniseiláoq, conseguem haurir e gozar a nossa cinquentenária feirinha do livro, considero os 3 milhões arrecadados de patrocínio uma prova do qto esta cidade é burra.

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  2. Um dos livros que comprei na feira deste ano foi... Celular.
    :-)

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  3. Pois bem. Confesso que senti uma "inveja BOA" do teu sábado.. principalmente do passeio pela Feira do Livro.. To contando os dias para que o sábado chegue e eu finalmente possa ir circular pelas bancas e sentir o cheiro dos livros.
    Todos mereciam um sábado assim!

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