O dia se espatifa: listinha
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Lista de resoluções

Tem gente que faz todo ano. Tem gente que faz todo aniversário. Eu faço toda vez que entrego uma tradução grande, que me deu mais trabalho do que eu havia imaginado - e eu sempre subestimo o trabalho (ou me superestimo, não sei bem). Sempre que clico enviar no e-mail para o editor, eu faço uma nova lista de resoluções. São resoluções de fim de tradução.

  • Vou ler o jornal todos os dias antes de começar a traduzir, porque senão eu não leio mais.
  • Vou traduzir todos os dias todas as páginas planejadas inicialmente para cumprir o prazo. 
  • Vou cumprir os prazos. Melhor, vou entregar os trabalhos ANTES dos prazos.
  • Vou entrar nas redes sociais só duas (três, vá lá) vezes por dia.
  • Vou parar de trabalhar às 18h em ponto.
  • Vou traduzir só em dias úteis.
Esta lista se repete - mentalmente - há anos. Na verdade, esta especificamente é uma estreia. Não apenas é a primeira que escrevo, mas, pela primeira vez desde 1999, não preciso me preocupar em onde encaixar a tradução na minha rotina de funcionária/jornalista. Algo me diz que, pela primeira vez, as resoluções estão muito, muito perto de serem todas cumpridas.

Boa sorte para mim!

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Porque corro

Este post está sendo pensado desde o domingo de manhã, mas a tensão e a correria dos últimos dias acabaram deixando tudo para hoje, quando acabo me rendendo à preguiça e à listinha:

  • Sábado foi o segundo e último dia do curso muito bacana pago pela firma que me ensinou como ainda tenho o que aprender, mas me ajudou, afinal, a definir o que é que eu faço - arquitetura de informação. Chique, não?

  • À noite, o divertido Saneamento Básico no Frei Caneca seguido de jantar no Paris 6, na Haddock Lobo, com as mais que queridas companhias da Leticia, da Mônica, do Riq e do Nick. Vinho, steak tartare, macaroon e chá de hortelã. Nham.

  • O domingo foi cheio: café da manhã no Starbucks da Rua Amaury, metrô até o Museu da Língua Portuguesa (belíssima experiência multimídia que fez com que eu sentisse como se estivesse caminhando dentro de um site), volta sem compras pela linda nova Cultura do Conjunto Nacional e almoço com a Lê e o meu fofo primo Tales no Fifties da Vila Olímpia.

  • Depois do almoço, chá de banco de quatro horas no caótico Congonhas, culminando na troca do meu vôo Gol por um vôo TAM com tripulação triste e muita turbulência sobre o Paraná e Santa Catarina. Já estive em vôos piores, mas aquele foi o pior vôo da minha vida. Descobri que o medo é mais contagioso do que o bocejo.

  • Descobri que o cão mais velho está com problemas cardíacos, e isso está me deixando muito triste e preocupada. Estou entrando na fase final de um grande projeto, e isso está me deixando muito ocupada. Logo eu volto :-)

terça-feira, 15 de maio de 2007

Freud explica?

Lições das palestras de Jean-Pierre Lebrun e Charles Melman:
  • Alguém precisa explicar para os conferencistas estrangeiros que tirar o fone de ouvido da tradução simultânea na hora de responder às perguntas ajuda horrores – ou ao menos implementar dois canais diferentes de tradução, para os pobres não ficarem ouvindo o que dizem numa língua que não compreendem
  • A Copesul podia abrir a mão e dar mais água para os palestrantes durante suas falas
  • Meu francês definitivamente está melhor do que eu imaginava
  • Preciso voltar à terapia

terça-feira, 27 de março de 2007

2 Fronteiras do Pensamento

2.1 Atraso de meia hora para entrar na palestra do Roberto Darnton. A culpa não foi minha, mas da zona em que se transformou o entorno da UFRGS, aparentemente por uma chateação da EPTC. Foi uma pena, perdi toda a parte da explanação sobre Rousseau e Voltaire

2.2 Frase da noite: "Eu não sei", resposta do Sr. Darnton à pergunta "Qual é o futuro da humanidade". Sabedoria não se compra

quarta-feira, 21 de março de 2007

1 Fronteiras do Pensamento

Luc Ferry & Paulo Renato Souza

1.1 É indescritível a sensação de participar de um evento como o que começou ontem em Porto Alegre simplesmente como público, sem compromisso jornalístico de escrever alguma coisa sobre, de contar como foi, de pensar num lead. Ainda que, admito, eu tenha destacado mentalmente alguns pontos que não poderiam ficar de fora da matéria. É o vício. Um dos destaques: o fato de o Luc Ferry ser um crítico veemente do construtivismo. Viva! Sempre achei uma bobagem sem fim aquele papo de "cada aluno com seu ritmo".

1.2 Achei uma pena ter lido metade do Aprender a Viver antes da palestra do Ferry. Apesar de excelente, a palestra do homem É o livro. Não tive surpresas, pois, com a maior parte do que ele falou, o que foi meio ruim. Em compensação, retomei a leitura com outros olhos. Ficou bem mais clara, por exemplo, a diferenciação que ele faz entre filosofia e religião.

1.3 Tenho a maior das boas vontades com o Paulo Renato Souza. Mas não deu. E não só pela comparação com a palestra anterior. Foi ruim mesmo, descolado do contexto da primeira palestra. Será que eles não se falaram antes? Será que o Paulo Renato já tinha lido antes o que leu para o público? Fora que eu sofri horrores com o contrangimento de ver metade da platéia se levantar e sair no meio. Não consigo fazer isso. Nem em filme.

1.4 Só europeus podem manter a elegância com cortes de cabelo como o do Ferry?

1.5 Surpresa boa: meu francês ainda dá para o gasto. Consegui acompanhar toda a fala do Ferry sem os fones (os aparelhos imitam de um jeito meio ridículo o i-Pod!). Das duas uma: ou eu andava subestimando o meu domínio do idioma, ou ele só usa vocabulário do "Livre 1".

1.6 Além das palestras, tive o prazer de conversar com gente tão querida e interessante como a Ana Guerra, o Bel Merel, a Dodô Dornelles, a Tânia Carvalho, o Gilberto Perin, a Alice Urbim, a Marlise Aúde, o Roger Lerina e o Walter Galvani. O projeto "Reaprendendo a pensar" tem também, portanto, um módulo bacana chamado "Rever pessoas legais".

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Rapidinho, sobre o Oscar

  • Que alívio: a transmissão da TNT permitir não ouvir os comentários do Rubens Ewald, que adora mostrar como sabe quem é todo mundo no meio das falas
  • Que bacana: a apresentação da Ellen DeGeneres, com destaque para a foto que ela pediu pro Spielberg tirar dela ao lado do Clint Eastwood
  • Curti o vestido: o verde-chique da Kate Winslet tava tudo de bom
  • Momento constrangimento: Clint sem óculos fazendo uma apresentação toda atrapalhada do prêmio honorário para o gEnio Morricone. (Por que não botaram Era Uma Vez na América no clipe, pelamor?) E aquela Celine Dion? Não tem um zagueiro pra impedir?
  • Momento caramuru: Helen Mirren rules! Linda naquele vestido
  • Pedra cantada: Spielberg, Coppola e Lucas juntos no palco? Na cara que o prêmio era do Martin Scorsese. Os caras da Price vazaram informação...